
Hoje é (seria) o aniversário de Albert Einstein, o principal nome da física moderna, que o decepcionou tanto em seus últimos anos.
É, também, o Pi Day (03.14.2012 = 3,14).

Hoje é (seria) o aniversário de Albert Einstein, o principal nome da física moderna, que o decepcionou tanto em seus últimos anos.
É, também, o Pi Day (03.14.2012 = 3,14).
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Um novo tipo de planeta foi descoberto com o Telescópio Espacial Hubble da NASA. O planeta extrasolar GJ1214b é descrito como um mundo de água envolta por uma atmosfera densa e fumegante.

O astrônomo Zachory Berta (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) e seus colegas provaram que o planeta é composto principalmente de água. Eles usaram o instrumento Hubble WFC3 para estudar GJ1214b quando ele atravessou na frente de sua estrela hospedeira.
Berta diz: “GJ1214b é diferente de todos os planetas que conhecemos. Uma enorme fração de sua massa é composta de água.”
Quando um planeta passa na frente de sua estrela-mãe (como na foto) a luz da estrela é filtrada através da atmosfera do planeta, dando pistas para a mistura de gases. Os cientistas descobriram que o espectro de GJ1214b não tinha traços característicos numa ampla gama de comprimentos de onda, ou cores.
O modelo atmosférico mais consistente com os dados do Hubble é uma atmosfera densa de vapor de água. Os pesquisadores dizem que GJ1214b tem muito mais água do que a Terra, e muito menos pedra.
Berta diz ainda que “as altas temperaturas e altas pressões formariam materiais exóticos como ‘gelo quente’ ou ‘superfluido de água’.” – Substâncias que são completamente alheias à nossa experiência cotidiana.
Um trabalho de pesquisa sobre GJ1214b foi publicado no The Astrophysical Journal.
Créditos:
Imagem: NASA, ESA, e D. Aguilar (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)
Notícia: Science News Blog
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O verão… ah, o verão! Tomar sorvete na calçada, brincar de pega até a noite cair, tomar banho de mangueira, …. Ah, o verão! Já não é mais o mesmo das décadas passadas. Agora é tão quente que não consigo nem ficar lá fora por cinco minutos sem torrar e ter um ataque por conta da rinite.
É claro que eu não sou a única que sente isso. As pessoas perceberam, levemente, o dano causado – que não mais pode ser consertado. E, para tentar amenizá-los (e, deixo claro que não tenho certeza se a ideia é amenizar o prejuízo do planeta ou o peso das próprias consciências), inventaram esse negócio de sacolas retornáveis. Sinceramente? Ótima ideia. Sim, sem sarcasmo. É uma ótima forma de eliminarmos muito uso de plásticos, só que ainda tem alguns poréns.
O primeiro porém é o seguinte: o preço. Se você não compra uma sacola retornável, então vai ter que comprar a sacola plástica, pagando duas vezes pela mesma coisa, pois o preço das sacolas plásticas sempre foi embutido no preço da mercadoria. Sempre foi. Sem discussão, aqui.
O segundo porém é que nossa mentalidade ainda não está onde deveria. A redução das sacolas plásticas nunca será de 100%, quer dizer, sempre vamos acabar consumindo algum plástico. A ideia é reduzir não apenas o uso deste derivado do petróleo, mas reduzir a produção de lixo. Cada um de nós, brasileiros, produz cerca de 800 gramas de lixo por dia. Claro que é menos que alguns países, como os Estados Unidos, onde cada pessoa produz cerca de 2kg de lixo diários, mas isso não faz de nós um bom exemplo.
Seria bastante simples simplesmente culpar um terceiro, mas é um ciclo vicioso onde cada um desempenha um papel. Alguém produz coisas inúteis porque alguém compra coisas inúteis. Nós compramos coisas que não usamos, coisas que não queremos, coisas que nem ao menos precisamos. Quando nos damos conta disso, é lixo. Talvez esteja na hora de pensarmos mais antes de comprarmos um celular, ou uma câmera que custa três vezes mais do que realmente vale só porque está na moda.
Aliás, falando em moda, está aí uma coisa também perigosa. Compramos muito mais roupa do que precisamos. Usamos as roupas por uma ou duas estações, então compramos outras, sendo que as antigas estavam em perfeito estado. Com um ou dois ajustes, estaria perfeitamente usável para mais algumas estações.
Resumindo: a culpa é nossa. Nós alimentamos o capitalismo selvagem que vivemos. Cada vez que você reclama e não faz nada sobre isso, você está deixando o sistema ainda mais forte. Quer fazer alguma coisa? Recicle. Tudo. Roupas, acessórios, eletrônicos, ideias. Qualquer coisa que puder fazer é melhor do que sentar a bunda na frente do computador e xingar muito no twitter.
Adendo: Aqui em Santa Catarina proibiram o uso de sacolas plásticas há mais de dois anos, e tudo funciona perfeitamente bem. Até tem sacolas plásticas para vender no supermercado, mas ninguém as compra. Todo mundo tem sacolas retornáveis e ninguém reclama.
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